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Reforma da Previdência é divisor de águas para melhora da situação econômica

Em evento organizado pelo Conselho das Américas, ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão ressalta melhora do ambiente econômico
publicado:  21/03/2017 17h54, última modificação:  23/03/2017 13h28

O ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, defendeu hoje a aprovação da Reforma da Previdência que está tramitando no Congresso Nacional porque permitirá ao País dar um salto em seu desenvolvimento. “A reforma da Previdência é um divisor de águas entre a situação pretérita e a que queremos alcançar”, disse o ministro, durante palestra no Latin American Conferences, evento organizado pelo Conselho das Américas e realizado em Brasília.

Foto: Gleice Mere/  Ministério do Planejamento

O maior desafio do Governo, avaliou Dyogo Oliveira, é o ajuste fiscal, que, além da Reforma da Previdência, inclui a fixação de um teto para os gastos públicos, medida já em execução pelo governo. Desde 1997, as despesas públicas subiram de 14% para 20% do Produto Interno Bruto, o que significa um acréscimo de R$ 450 bilhões no orçamento, em valores atualizados.

“ Pretendemos atingir uma despesa estável, entre 8% e 9% do PIB com a Reforma da Previdência”, enfatizou o ministro. “Com a aprovação da Reforma, as expectativas se materializarão em compras de ativos, novos investimentos. Estamos aplicando muito em Previdência e pouco em investimento”, disse.

Em sua palestra, o ministro destacou que a nova política econômica conseguiu controlar a inflação e fazê-la convergir rapidamente para o centro da meta, de 4,5%, além de destacar outros aspectos positivos do atual cenário econômico, como a forte queda do risco País, o que representa um sinal da confiança externa nos fundamentos da economia brasileira.

Dyogo Oliveira também elencou outros fatores para justificar o otimismo com o qual o governo vem acompanhando a situação da economia, como a volta da confiança doméstica com forte recuperação em todos os setores, além da recuperação do valor de mercado das empresas nacionais e a melhoria das intenções de investimento, que antecedem o processo de retomada.

Veja a íntegra da exposição do ministro aqui.