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Pnad confirma reflexos da estabilidade na vida dos brasileiros

publicado:  14/09/2007 06h00, última modificação:  02/06/2015 16h21

Brasília, 14/9/2007 – O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que os reflexos da estabilidade econômica alcançaram o conjunto da  população. Bernardo considera como especialmente importantes o aumento nos índices de emprego e renda, redução da pobreza, efeitos da educação e serviços de infra-estrutura. A pesquisa registra uma melhora da qualidade de vida em todas as faixas de renda.

“O governo Lula fez bem para o Brasil”, disse o ministro nesta sexta-feira, em referência à Pnad. “A pesquisa é um retrato muito próximo do que acontece com as famílias brasileiras e, evidentemente, reflete a realidade sócio-econômica do país”, afirmou Bernardo para explicar que o governo está fazendo boas políticas. Mesmo assim, ele acrescentou que o resultado positivo não irá restringir qualquer esforço adicional quanto a melhorar ainda mais o quadro mostrado pela pesquisa do IBGE.

Paulo Bernardo destacou que a Pnad vem confirmar que os avanços obtidos na área econômica – estabilidade, controle da inflação e “22 trimestres consecutivos de crescimento” - estão claramente visíveis em todos os indicadores. O ministro comentou que em algumas regiões os avanços foram maiores do que outros, mas, acrescentou: “não teve nenhum indicador que tenha piorado”.

Ao falar sobre a melhoria de renda, o ministro citou o Nordeste com aumento de 13,9% de rendimento real. O ministro não descartou que o valor do salário mínimo, de R$ 380, tenha beneficiado a população, porém lembrou o volume de empregos, de 1,3 milhão, e o aumento de remuneração acima da inflação no último ano para 85% das categorias de trabalhadores.

Algumas regiões ainda estão desassistidas e precisam melhorar, segundo o ministro, principalmente no que se refere a abastecimento de água e saneamento básico. “Nós já estamos indo nessa direção com o PAC”, disse ele ao destacar que o fornecimento de água na região Norte, por exemplo, ainda está deficitário.

O ministro não considerou baixo o patamar de 33% das pessoas ocupadas com carteira assinada. “Isso é só um viés”, disse ao acrescentar que o conceito de ocupação é amplo e inclui, por exemplo, um comerciante ou um aposentado exercendo outra atividade. De toda maneira, Paulo Bernardo disse que o governo pretende trabalhar para formalizar mais mão-de-obra.