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Planejamento abre licitação para reformar Bloco O da Esplanada dos Ministérios

Reforma deverá gerar economia de R$ 11,5 milhões por ano com aluguel

publicado:  12/08/2016 13h09, última modificação:  12/08/2016 14h06
O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP) publicou, nesta sexta-feira (12), concorrência pública para contratação da empresa que irá executar a reforma do Bloco O da Esplanada dos Ministérios. O edital da licitação está disponível no portal do MP e as empresas interessadas têm até o dia 13 de setembro para apresentarem as propostas.
 
Bloco O da esplanada dos Ministérios
Foto: Gleice Mere / Ministério do Planejamento

Após concluída a reforma, a economia com aluguel é estimada em R$ 11,5 milhões por ano. O prédio, construído no final da década de 1950, tem uma área total de 23.480 metros quadrados. O edifício terá capacidade para abrigar até 1.750 servidores, que hoje são lotados em prédios alugados, no Plano Piloto, em Brasília.
 
O projeto elaborado pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU) busca atualizar o prédio, adotando padrões de eficiência energética, acessibilidade e sustentabilidade em linha com as melhores práticas do mercado da construção civil. Serão utilizadas tecnologias que permitirão economia de pelo menos 35% nos gastos de manutenção e consumo, em relação ao valor gasto nos prédios atualmente em uso na Esplanada.
 
O projeto prevê, por exemplo, a modernização dos sistemas de energia elétrica e da rede hidráulica. Nas instalações elétricas, haverá sistemas de gerenciamento e automação da iluminação (LED), da rede óptica lógica e do ar condicionado. A previsão é de que esses sistemas reduzam o gasto com energia em até 60%. Eles permitirão, por exemplo, manter a quantidade de luz ideal para um ambiente produtivo; agendar horários de desligamento e ligamento da luz e dos equipamentos; aproveitar a luz natural e emitir relatórios que permitirão identificar a necessidade manutenção.
 
Em cada andar do prédio, os ambientes serão totalmente moduláveis, tanto o piso como o forro e as adequações necessárias na iluminação, refrigeração e cabeamento. Para as instalações hidráulicas, haverá captação de água da chuva e dos drenos de ar condicionado para utilização nos vasos sanitários a vácuo, com autonomia de 75% ao longo do ano, considerados os índices pluviométricos de Brasília. O projeto prevê ainda que o prédio seja completamente acessível, não só do ponto de vista da mobilidade física, mas também quanto aspectos visuais, táteis e sonoros.