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Fórum Spoa discute avaliação de desempenho e política de inclusão

publicado:  27/05/2010 18h33, última modificação:  02/06/2015 19h21

Brasília, 27/5/2010 – O FórumSpoa, que é formado por representantes das Subsecretarias de Planejamento, Orçamento e Administração (SPOAs) do Governo Federal, se reuniu hoje no Ministério do Planejamento para discutir as mudanças na avaliação de desempenho causadas pelo decreto nº 7.133/2010 e a política de inclusão.

As avaliações serão feitas não só pela chefia, mas também por um comitê de desempenho (CAD), composto por servidores de cada órgão escolhidos por sorteio. Além disso, o funcionário poderá acompanhar o processo e, posteriormente, entrar com recurso caso descorde do resultado.

As metas de desempenho individual e as metas intermediárias de desempenho institucional deverão ser definidas por critérios objetivos e comporão o plano de trabalho de cada unidade do órgão ou entidade de lotação e, salvo situações devidamente justificadas, serão previamente acordadas entre o servidor, a chefia e a equipe de trabalho.

A coordenadora-geral de Avaliação de Desempenho (CGADE), Simone de Velasco, explicou como funcionará as alterações feitas pelo decreto que regulamenta os critérios e os procedimentos gerais das avaliações. De acordo com ela, as mudanças serão benéficas, pois irá criar uma nova cultura dentro do funcionalismo público.

Política de inclusão

Em sua explicação, a diretora de políticas temáticas da Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CORDE), Ana Paula Crosara, destacou que o preconceito em torno dos portadores ainda é grande e que muita gente desrespeita as vagas de estacionamento para deficientes. “As pessoas estacionam nos locais e não se importam se estão atrapalhando alguém. É preciso que isso se torne uma política de Estado e não só de governo, afirmou.

O subsecretário do Ministério do Planejamento, Ulysses Melo, ainda enfatizou que é necessário dar uma oportunidade para que os deficientes possam mostrar sua competência. “Temos que dar uma chance para que eles [portadores de deficiência] respondam à altura, disse.