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Dyogo: Essa é a hora certa para se investir no Brasil

Ministro do Planejamento participou nesta terça-feira do Fórum de Investimentos Brasil 2017
publicado:  30/05/2017 11h22, última modificação:  30/05/2017 11h38

 

Em painel sobre Ambientes Internacional e Econômico e Reformas no Brasil, no Fórum de Investimentos Brasil 2017, em São Paulo, o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, afirmou que esta é a hora de se investir no Brasil. “Nos últimos 12 meses, fizemos uma enorme transição no país. Saímos de uma inflação de mais de 10% ao ano. Tivemos crescimento recorde do investimento estrangeiro e na produção agrícola. Recuperamos a balança comercial. Não existe momento mais adequado para estar no Brasil. É a hora certa para investir e estar no Brasil”, avaliou.

Oliveira explicou que há trilhões de dólares de liquidez no mundo com taxa negativa de rendimento. Para ele, “esses recursos disponíveis têm destino certo o Brasil, que está enfrentando as crises”, disse. “O governo tem demonstrado força política e força de decisão no caminho da realização das reformas necessárias para a retomada do crescimento”, considerou.

Segundo o ministro, o país tem passado, nas últimas décadas, por um continuado processo de evolução econômica e social. “Nesse processo, vamos evoluir para um ambiente concorrencial mais aberto e transparente, com regras claras e estabilidade jurídica, que permitirão a ampliação dos investimentos e, em particular, a ampliação da participação dos investidores internacionais no mercado brasileiro”, disse.

Ele lembrou que, na década de 80, o país passou pela redemocratização, na década de 90, pela estabilização econômica com o controle da inflação, na década de 2000, houve a redução da vulnerabilidade externa, o crescimento da formalização, a inclusão social e a ampliação de acesso a bens e serviços essenciais que resultaram na melhoria da qualidade de vida da população de menor renda.

“Nos anos mais recentes, estamos presenciando um crescimento vertiginoso da transparência e controle da gestão de recursos públicos que trará como resultado o aumento da eficiência do setor público, aumento da concorrência e redução de custos para a sociedade”, concluiu.