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Bernardo: Inflação de 2006 deverá ficar em 3,1%

publicado:  15/12/2006 06h00, última modificação:  02/06/2015 19h21
 

 


Apresentação
do Ministro

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Brasília, 15/12/2006 - O Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse nesta sexta-feira, 15.12, em palestra a oficiais generais no Clube do Exército, que a inflação em 2006 deve ficar em 3,1%. Segundo Bernardo, a estabilidade da economia foi vital para o êxito dos demais programas de governo, inclusive os programas sociais.

Bernardo traçou um panorama do primeiro mandato do Presidente Lula e destacou a ênfase dada à área social que hoje concentra cerca de 60% do orçamento da União, aí incluídos os benefícios da previdência.

Segundo o Ministro do Planejamento, depois de um pico inflacionário em 2003 de cerca de 12%, o país hoje tem inflação controlada que, junto com outros fundamentos macroeconômicos implementados nos 4 anos de governo, levaram ao menor risco Brasil em muitos anos, na casa dos 200 pontos.

Paulo Bernardo disse que o desafio agora é aumentar os investimentos em infra-estrutura sem perder o que já foi conquistado. “Basicamente devemos investir em infra-estrutura em projetos que melhorem a qualidade de vida da população”, afirmou. Destacou que os investimentos públicos em 2003 somaram apenas R$ 4,5 bilhões, mas neste último ano do primeiro mandato deverá ser de R$ 14 bilhões.

Segundo Bernardo, o governo está preparando medidas nas áreas fiscal, de gestão e mudanças regulatórias visando destravar a economia e os investimentos públicos e privados. Destacou que está sendo feito um inventário criterioso de projetos importantes para o país e uma agenda que permita a previsibilidade e um bom ambiente de negócios para a iniciativa privada.

Bernardo enfatizou a necessidade de reduzir a rigidez orçamentária e melhorar os processos de trabalho da administração pública federal para que se “possa fazer mais com menos dinheiro” aliviando ao longo dos anos a carga tributária da sociedade brasileira.

O Ministro terminou reafirmando a orientação do governo de promover a sustentabilidade do crescimento, o fortalecimento do mercado, a manutenção da inflação baixa e estável, a continuidade da redução das taxas de juros e do endividamento público.