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“Não há desenvolvimento social sem estabilidade macroeconômica”, afirma ministro

Caixa

Em discurso durante evento da Caixa, Dyogo Oliveira reiterou medidas econômicas do governo federal
publicado:  09/02/2017 14h27, última modificação:  09/02/2017 17h00

O ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, participou, na manhã desta quinta-feira (9), do Encontro Caixa 2017, que reuniu dirigentes de todas as unidades do banco. Mais de mil profissionais estiveram no evento que teve como objetivo traçar as metas da estatal para o ano.

Ministro Dyogo durante evento da Caixa

Gleice Mere/MP

Em seu discurso, o ministro reforçou que é preciso equilibrar as contas públicas para que o Brasil volte a crescer e citou a já aprovada lei que estabeleceu o teto de gastos e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma da Previdência, já encaminhada ao Congresso Nacional, como essenciais para a estabilidade econômica. “Todos os agentes econômicos possuem limites de despesas. Temos que continuar e vamos continuar enfrentando os desafios para a estabilização econômica do país”, afirmou.

 Oliveira também traçou um comparativo entre a situação econômica entre 2016 e 2017. “Vivíamos em um cenário de alta da inflação, descontrole da dívida pública e recessão acima de 3%, além de um quadro de instabilidade política. Hoje, o que temos é uma inflação controlada – que irá terminar o ano no centro da meta - e uma situação fiscal sob controle”, avaliou.

O ministro destacou ainda a importância da Caixa no processo de retomada da economia. “É empresa estatal que está se reinventando e está empenhada em oferecer produtos com qualidade para seus clientes e para toda a sociedade”. Oliveira também reforçou a importância da parceria com o banco na construção das medidas de governo, como a Lei das Estatais e o resgate de contas inativas do FGTS.