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Planejamento esclarece matéria "Ineficiência ameaça pacto" publicada pelo Correio Braziliense

publicado:  10/07/2013 01h26, última modificação:  27/08/2015 15h42

Brasília, 09/07/2013 - Em resposta à matéria publicada pelo Correio Braziliense nesta terça-feira, 9 de julho, intitulada "Ineficiência ameaça pacto", o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão esclarece:

O valor dos investimentos públicos do Governo Federal e das Estatais Federais em infraestrutura foi de R$ 56,8 bilhões até maio de 2013, um crescimento de 14,2% em relação a 2012. Portanto, não está correto afirmar que os investimentos em infraestrutura até abril de 2013 foram de R$16,5 bilhões, como diz o Correio Braziliense.

Em relação a 2012, ao contrário do que informa o Correio Braziliense, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) pagou R$ 39,3 bilhões, com recursos do Orçamento Geral da União (OGU). Este valor é mais de três vezes superior ao valor informado pelo jornal, R$ 12,1 bilhões. O recurso investido representa 57,2% da dotação do ano, percentual de execução muito superior aos 28,7% citados pelo jornal.

Já em 2013, até 30 de junho, o pagamento com recursos do OGU para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) alcançou R$ 22,7 bilhões, crescimento de 7% em relação ao mesmo período de 2012.

A título de esclarecimento, informamos ainda que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) já concluiu 54,9% das ações previstas a finalizar até 2014, o que demonstra a boa performance da execução dos investimentos no programa.

Desde o início do PAC, em 2007, o investimento do setor público cresceu quatro vezes mais do que o Produto Interno Bruto (PIB) – 111% em termos reais. Com isso, a participação do investimento público no PIB aumentou 56%.

Em conjunto com o amplo programa de concessões em aeroportos, rodovias, ferrovias e portos, que este ano está realizando licitações, o governo continuará a ampliar os investimentos em infraestrutura, fundamentais para a superação de gargalos e ampliação dos demais investimentos públicos e privados.

Por fim, retificamos a informação de que "procurado, o Ministério do Planejamento não quis se manifestar". Em momento algum a Assessoria de Comunicação do Ministério do Planejamento se negou a atender à demanda do jornal. As questões iniciais do Correio Braziliense chegaram à Assessoria de Comunicação do ministério nesta segunda-feira, dia 8, às 16h, e se estenderam até às 17h58. O repórter também foi atendido por telefone.

Assessoria de Comunicação Social
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão