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SERVIÇO PÚBLICO

publicado:  07/07/2016 14h18, última modificação:  07/07/2016 14h18
Despesas com servidores públicos devem permanecer estáveis, afirma ministro do Planejamento
Transcrição do Áudio

LOC/REPÓRTER: As despesas com pagamento de pessoal da União devem permanecer estáveis até 2018, conforme defendeu o ministro interino do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, em audiência pública conjunta na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania e na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal, na última quarta-feira.  O ministro disse que os gastos com funcionalismo federal estão em trajetória estável desde 2009 e que deverá ser mantida até 2018. Em 2009, esses gastos representavam 4,7% do Produto Interno Bruto, o PIB. Em 2015, eram 4,1% do PIB e devem se manter nesse patamar, segundo projeções do Ministério do Planejamento. De acordo com o ministro, a aprovação dos projetos de lei que garantem reajuste ao funcionalismo federal que tramitam no Congresso Nacional não deve mudar esse quadro. 

TEC/SONORA: ministro interino do Planejamento, Dyogo de Oliveira

“Em relação ao Produto Interno Bruto, o PIB, nós tivemos uma redução da participação de despesas com pessoal em relação nesse período e mesmo com os projetos que estão aqui em tramitação, esse percentual se manterá estável nos próximos anos”. 

LOC/REPÓRTER: Segundo o ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira, o impacto dos reajustes é inferior à inflação. De 2011 a 2015, o reajuste médio do funcionalismo foi de 18%, enquanto que, no mesmo período, a inflação, medida pelo IPCA, foi de 40,6%. Em comparação ao setor privado, a diferença é maior. Nesse período, de acordo com dados do Dieese, os reajustes médios foram de 49,2%. 

 

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