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Segunda etapa do PIL contribuirá para recuperação mais rápida do crescimento

Para Nelson Barbosa, previsão de quase R$ 200 bilhões em investimentos reflete dinamismo e potencial da economia brasileira

publicado:  09/06/2015 22h31, última modificação:  10/06/2015 20h12

O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, afirmou hoje (9), que os quase R$ 200 bilhões de investimentos anunciados para implementação da segunda etapa do Programa de Investimento em Logística (PIL) refletem o dinamismo e o potencial da economia brasileira.

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Foto: Francisca Maranhão / Divulgação MP

“São investimentos que contam com a colaboração entre governo e setor privado e vão contribuir para a recuperação mais rápida do crescimento da economia, de forma que continuemos a melhorar as condições de vida da população brasileira. Esse é o centro da meta da política econômica do governo”, disse o ministro durante o lançamento do programa em cerimônia no Palácio do Planalto.

Barbosa apontou que a recuperação do crescimento está ligada ao aumento da produtividade e, consequentemente, da taxa de investimento. “Para aumentar a produtividade é crucial aumentar o investimento”, acrescentou.

Segundo o ministro, para atingir esse objetivo é preciso fazer uma combinação de ações, como garantir a estabilidade macroeconômica e melhorar a previsibilidade da economia. Também é necessário aumentar a confiança dos agentes  na evolução dos principais indicadores da economia, como taxa de câmbio, juros e o próprio crescimento do país.

Ao detalhar os números da nova etapa do PIL, com previsão de investimento nos modais rodoviário, ferroviário, portuário e aeroportuário, o ministro observou que as condições necessárias para o aumento da produtividade e para a recuperação da economia incluem também previsibilidade regulatória e um ambiente de negócios que faça com que as aplicações sejam mais seguras e mais atrativas para o capital privado.

Cenário

Nelson Barbosa destacou que o Brasil passa por um momento de ajustes da política econômica para adequar-se às novas condições internacionais e também domésticas. Por isso, o momento é de construir as bases para um novo ciclo de crescimento e desenvolvimento do Brasil. “Um novo ciclo que vai avançar mais no projeto de inclusão social, para além da transferência de renda. É a inclusão social também pela oferta de serviços públicos universais de qualidade”, disse.

Na avaliação do ministro, nos últimos 12 anos, o Brasil desenvolveu uma estratégia bem sucedida que conseguiu combinar crescimento econômico com melhoria na distribuição de renda, aumento da renda com inclusão social e crescimento da produtividade com igualdade de oportunidades para a população brasileira. Ele reforçou, ainda, que o aumento da produtividade possibilitará o crescimento sustentável da economia, com estabilidade fiscal e controle da inflação.  

“Com mais produtividade, os trabalhadores poderão ter salários maiores sem pressionar a inflação, as empresas vão poder ter lucros maiores também sem pressionar a inflação e o governo vai poder arrecadar mais recursos. Com isso, vai poder oferecer mais serviços para a população, avançando ainda mais o processo de inclusão social iniciado no Brasil já há alguns anos”.

Ao defender mais investimentos em infraestrutura, o ministro afirmou  que esse é um caminho para aumentar a competitividade da economia.  “Uma infraestrutura boa e barata é fator essencial para o aumento da competitividade. Além da taxa de câmbio e do preço da energia, ter um custo de logística barato e competitivo é crucial para a competitividade das nossas empresas”.