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Mantega: dados do IBGE mostram que a roda da economia começa a girar

publicado:  20/04/2015 14h21, última modificação:  20/04/2015 14h21

Brasília, 05/11/2003 - O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Guido Mantega, comemorou o crescimento de 4,3% da produção industrial em setembro divulgado pelo IBGE, na terceira expansão consecutiva em relação ao mês anterior. Segundo Mantega, "a roda da economia começa a girar" e os dados demonstram que há uma retomada consistente do crescimento econômico no país.

O ministro destacou que o setor industrial é um bom termômetro porque é o que mais reage ao aquecimento ou desaquecimento da atividade econômica. Ele disse que os números de outubro vão nessa mesma direção e confirmarão que o crescimento da economia está se consolidando porque se reflete em todos os ramos de atividade. "É uma retomada geral do crescimento" que se reflete nas duas pontas: no consumo e no investimento, disse.

Segundo Mantega, os dados mostram que a política econômica do governo Lula está sendo bem sucedida e a política fiscal implementada nesse primeiro ano devolveu a confiança ao país e os empresários podem voltar a investir. "No último trimestre do ano, teremos um crescimento da ordem de 3%", destaca Mantega, "o que vai nos garantir um desempenho em 2004 de 3,5% a 4% do PIB".

O ministro ressaltou, entretanto, que ainda é necessário que o governo tome um conjunto de medidas para consolidar o investimento, porque num primeiro momento a economia cresce a partir da ocupação da capacidade ociosa. Porém, num segundo momento, é preciso que esse crescimento se dê principalmente a partir do investimento.

Nesse sentido, segundo o ministro, o governo já está adotando uma série de medidas para consolidar o investimento, como o Projeto de Lei das Parcerias Público-Privadas (PPP), que vai alavancar um volume considerável de investimento em infra-estrutura.

Mantega alertou que o governo permanecerá alerta e atuante nas áreas que podem se tornar pontos de estrangulamento para o crescimento futuro, como o setor de infra-estrutura que "tem que correr na frente do investimento".

O ministro destacou ainda, como fator importante na consolidação dos investimentos no Brasil, uma sólida política industrial e tecnológica que deve sair do forno antes do final do ano.