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Guilherme Dias: não haverá cortes adicionais ao Orçamento 2002

publicado:  20/04/2015 14h21, última modificação:  20/04/2015 14h21

Brasília, 11/09/2002 - O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Guilherme Dias, garantiu que não haverá cortes adicionais de despesas ao orçamento 2002, para cumprir com o novo resultado fiscal acertado com o Fundo Monetário Internacional, que passa de 3,75% para 3,88% do PIB.Segundo o Ministro, o Orçamento da União é feito de Receitas e Despesas, e o R$ 1,6 bilhão a mais, necessário para atingir 3,88%, será obtido através da maior arrecadação.

Sobre o Orçamento 2003 enviado ao Congresso Nacional em 30 de agosto

passado, o Ministro disse que é da competência dos parlamentares avaliar a proposta apresentada pelo Executivo e proceder aos remanejamentos que julgarem necessários na peça orçamentária. Segundo o Ministro, "a discussão do Orçamento é uma discussão de prioridades, por definição qualquer orçamento pode ser ajustado. Mas, fazer o orçamento não significa sempre adicionar despesas, significa também redefinir prioridades. Esta é uma competência do Congresso Nacional, analisar, debater a aprovar o Orçamento".

Acrescentou ainda que espera que o Congresso aprove o Orçamento ainda neste ano para que o próximo governo possa começar a trabalhar já no início de 2003.