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Planejamento inicia processo de ordenamento de margens fluviais

publicado:  15/04/2011 16h53, última modificação:  28/05/2015 13h10

Manaus, 15/4/2011 - Em busca de uma gestão integrada para o gerenciamento e ordenamento das margens dos rios federais e do espelho d’água, o Ministério do Planejamento, por intermédio da Superintendência do Patrimônio da União no Amazonas (SPU/AM), iniciou trabalhos para a implantação do Projeto Orla em Iranduba, município localizado a 25km da capital amazonense. Além dos técnicos da SPU e dos representantes do Executivo municipal, representantes de comissões populares, associações de base, sindicatos laborais, pastorais da igreja católica e o Exército Brasileiro enviaram representantes para o encontro, que durou 10 dias.

O coordenador nacional do Projeto Orla da SPU, Reinaldo Redorat, lembrou das dificuldades em se reduzir problemas na administração dos espaços da orla fluvial e dos benefícios em médio prazo que o Projeto Orla trará a Iranduba. Segundo o executivo, consolidadas as ações de ordenamento, o município terá respaldo para captação de recursos junto a órgãos governamentais e linhas de crédito de instituições financeiras internacionais, colocando Iranduba na rota de investimentos em turismo e meio ambiente. "Os ganhos vão muito além da melhoria da imagem da cidade. E a prefeitura ainda terá ganhos políticos, vez que terá a responsabilidade de implementar as ações de ordenamento", disse.

A oficina, apontada como experiência-piloto no Estado, traz a participação de servidores da Superintendência do Patrimônio da União no Pará (SPU/PA) e da Secretaria de Meio Ambiente do Pará, que já realizaram várias oficinas. Além disso, a oficina também deverá incorporar a adaptação metodológica para orlas estuarinas e fluviais, conforme explicou o coordenador de regularização fundiária da SPU/AM, Alexandre Lemes.

O representante afirmou ainda que o evento  é resultante de uma série de encontros entre representantes governamentais e associações, realizados ao longo do ano passado. "A implantação de um projeto como esse não é fácil e requer a colaboração efetiva de todos os atores sociais e da própria população, acrescentou.