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Lúcia Carvalho assume a Gerência de Patrimônio da União no DF

publicado:  12/11/2007 04h00, última modificação:  28/05/2015 13h09

Brasília, 12/11/2007 - Em cerimônia realizada, na manhã de segunda-feira, 12 de novembro, na presença de vários parlamentares petistas, a ex-deputada  Distrital Lúcia Carvalho  tomou posse no cargo de gerente regional do Patrimônio da União do Distrito Federal.

 “A gerência no Distrito Federal é especial no contexto  brasileiro. Desenvolvemos aqui o que se pretende, no futuro, venha a ser repetido em todos os estados da federação”, disse Jorge Arzabe, Secretário Adjunto do Patrimônio da União, ao dar posse a Lúcia em ato realizado no auditório do Edifício Núcleo dos Transportes, que teve a presença do Deputado Federal Geraldo Magela, o Presidente do Partido dos Trabalhadores no DF, Chico Vigilante, a representante do governo do DF, Giselle Mó, o presidente da Associação dos Moradores do Setor Habitacional Vicente Pires – Arvips, Dirsomar Chaves, e Wasny de Roure. 

Jorge Arzabe,  ao falar sobre a importância da Gerência Regional do Patrimônio da União no Distrito Federal( GRPU/DF),  lembrou  que  todos os imóveis dominiais (propriedades da União usados pela administração pública federal, como os ministérios, por exemplo), estão sob  seus  cuidados além do , o chamado “quadrilátero da capital federal” são, na verdade, terras desapropriadas para a construção de Brasília, na década de 1950. Por isso, são ainda detectados, hoje, problemas fundiários graves e não se sabe quais terrenos pertencem à União, à Terracap e quais são particulares.

“Por isso devemos trabalhar a regularização patrimonial das terras da União”, completou Jorge Arzabe que lembrou, também, que é proposta de governo do presidente Luis Inácio Lula da Silva  “a justiça social como prioridade”.

Lúcia Carvalho elogiou o trabalho desenvolvido pela  atual equipe da GRPU e fez um apelo para levar adiante a missão de garantir  a regularização da  terra e moradia à população de Brasília . “A nossa luta vai até o último dia de vida por sermos todos filhos da poeta na batalha pela terra, pela moradia, por salário digno e pela felicidade”, disse Lúcia Carvalho citar a  poeta  Cora Coralina, morta aos 95 anos,