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Clube do Servidor passa a ser Escola da AGU em Brasília

publicado:  23/06/2009 17h18, última modificação:  28/05/2015 13h09

Brasília, 23/6/2009 - Depois de mais de 10 anos de abandono, o Clube do Servidor, conhecido pelos brasilienses como um dos mais ativos centros de lazer e cultura em Brasília, vai ser reativado, agora como Escola da AGU.

Na tarde desta segunda-feira, 22 de junho, a Secretaria do Patrimônio da União (SPU) assinou o Termo de Entrega do imóvel de 84 mil metros quadrados que passa a ser usado e administrado pela Advocacia-Geral da União (AGU).

A reabertura do local será no mês de setembro, com o evento Casa Cor Brasília 2009, feira que, há 18 anos, apresenta as tendências de arquitetura e decoração.

Segundo Sheila Podestá, da EMS Eventos, empresa responsável pela feira, e que recebeu permissão de uso por três meses, “serão investidos, inicialmente, R$500 mil, somente para recuperar a infraestrutura, completamente danificada depois de tantos anos.

O Termo de Entrega, assinado pelo Advogado-Geral da União, ministro José Antônio Dias Toffoli, e pela gerente do Patrimônio da União no Distrito Federal, Lúcia Carvalho, garante, também, a criação da Escola da AGU.

De acordo com o seu diretor, Mauro Hauschild, presente ao evento, deverá abrir as portas logo após o término do Casa Cor Brasília. Mauro Hauschild foi enfático ao declarar "uma palavra para descrever este momento é parceria".

Já para o ministro da AGU, "investir nesse clube é regatar a história de Brasília. Esse não é apenas um patrimônio material, mas de histórias que aconteceram nesse local. A SPU teve fundamental importância para esse acontecimento".

Além da Escola, o Clube do Servidor, que foi erguido em 1976, atenderá também as atividades da Casa da Justiça e da Cidadania, projeto desenvolvido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), voltado ao trabalho voluntário de funcionários da Justiça e obras sociais.

Para a secretária do Patrimônio da União, Alexandra Reschke, presente à cerimônia, realizada nas dependências do Clube, “a cidade sempre se perguntou o que aconteceria a este clube. E explicou que, como é uma das metas do governo Lula, “nenhum imóvel poderá ficar sem atividade, abandonado, ou aquém das duas possibilidades.

Também estiveram presentes ao evento o deputado Geraldo Magela, Roberto Fagundes, coordenador-geral do Sindjus, Evandro Costa Gama, advogado-geral da União-substituto, Roberto Giffoni, secretário de Ordem Pública, Social e de Controle Interno do DF e Paulo Cristóvão Silva Filho, juiz auxiliar da presidência do CNJ.