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Servidores relatam importância da tecnologia para o acesso à informação

Seminário no Planejamento reuniu cerca de 200 participantes

publicado:  17/06/2015 15h20, última modificação:  17/06/2015 15h21
Foto: Francisca Maranhão/Ministério do Planejamento

Foto: Francisca Maranhão/Ministério do Planejamento

Reunidos na terça-feira (16), durante o seminário “Estratégia de Governança Digital - para muito além das TIC”, servidores vindos de diversos órgãos da Administração Pública Federal (APF) relataram suas expectativas. Esta é a primeira vez que será elaborada uma Estratégia de Governança Digital (EGD), envolvendo as áreas de Tecnologia da Informação e das Comunicações (TIC) governamentais para ampliar o acesso à informação, melhorar a qualidade dos serviços prestados ao cidadão e aumentar a participação social na elaboração das políticas públicas. O evento foi realizado no auditório do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP), em Brasília.

Servidor do Ministério da Justiça, Celso Pereira Salgado relatou a importância da TIC como ferramenta para promover e ampliar o acesso à informação. Segundo ele, o trabalho deve ser conjunto. “Acredito que todos os órgãos possam contribuir. Este é um trabalho que deve ser feito de forma harmoniosa e conjunta. Só dessa maneira vamos conseguir construir algo objetivo que atinja o cidadão lá na ponta”, comentou.

Oficinas

O debate para a elaboração da EGD continua até a próxima sexta-feira (19). A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) realizará oficinas técnicas na Escola Nacional de Administração Pública (Enap). A programação está disponível no Portal de Governo Eletrônico (gov.br).

Para Joades Cardoso, servidor da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir/PR), as oficinas levarão a discussão a um patamar além da TIC. Cardoso salientou a importância da transparência dos órgãos em suas atividades e reconheceu a carência de um método que promova a participação social nas políticas públicas. “A princípio, os órgãos têm que mostrar o que estão fazendo e com base nisso, avaliar as experiências adquiridas para se embasar e fornecer novos serviços”, afirma.