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Balanço do Governo Eletrônico na internet dia 16

publicado:  16/04/2015 15h19, última modificação:  16/04/2015 15h19

Brasília, 13/12/2002A partir do dia 16 de dezembro, estará disponível na Internet, no endereço www.e.gov.br, o documento "Dois Anos de Governo Eletrônico - Balanço de Realizações e Desafios Futuros". Trata-se de um retrato das atividades do Comitê Executivo do Governo Eletrônico, que inclui a política e a avaliação da implementação e dos resultados do governo eletrônico brasileiro, além dos principais avanços e desafios futuros do Programa Governo Eletrônico.

Elaborado pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, em parceria com o Comitê Executivo, o documento constitui a base das informações para a continuidade do Programa em 2003.

"É um guia transparente do que foi feito no Programa, com indicações precisas do que ainda deve ser realizado", afirma o Secretário Executivo do Programa, Solon Lemos Pinto.

Um dos principais pontos do balanço trata do projeto de integração dos sistemas de gestão administrativa do Governo Federal, que passará por uma etapa crucial em 2003. A partir de janeiro, o Sistema de Informações Organizacionais do Governo Federal - SIORG, administrado pela Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, estará gerando a nova tabela oficial de unidades organizacionais do Governo Federal.

O trabalho é parte essencial do projeto de integração dos grandes sistemas informatizados do Governo Federal, que vai proporcionar uma economia estimada de R$ 10 milhões/ano com a aquisição e a manutenção de sistemas locais dos ministérios.

O projeto é coordenado pelo Diretor do Departamento de Integração de Informação da Secretaria de Logística, Oswaldo Noman. Ele explica que a integração é necessária para aperfeiçoar o modelo de gestão administrativa do Governo Federal.

"A administração precisa de um sistema capaz de disponibilizar uma visão integrada da máquina governamental, com informações agregadas de todas as áreas. Sem isso fica difícil realizar análises, medir custos ou comparar desempenhos", diz Noman.