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Perguntas Frequentes

publicado:  30/06/2015 19h02, última modificação:  30/06/2015 19h02
  1. O que é interoperabilidade?
  2. O que é a ePING?
  3. Como funciona a ePING?
  4. Interoperabilidade é diferente de integração?
  5. O que se ganha desenvolvendo um sistema já interoperável?
  6. Existem iniciativas do Governo Federal sobre Interoperabilidade?
  7. Quem deve seguir a ePING?
  8. Quais são os SEGMENTOS da ePING?

 

 

O que é interoperabilidade?

É a capacidade de sistemas de computadores conversarem entre si e trocarem informações.

 

O que é a ePING?

A arquitetura ePING – Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico – define um conjunto mínimo de premissas, políticas e especificações técnicas que regulamentam a utilização da Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) no governo federal, estabelecendo as condições de interação com os demais Poderes e esferas de governo e com a sociedade em geral.

 

Como funciona a ePING?

A ePING é tanto o documento de referência com os padrões quanto a estrutura que operacionaliza o documento e a dinâmica com os Grupos de Trabalho (GT). A ePING possui uma Comissão de Coordenação e 5 Segmentos. A Comissão de Coordenação é um fórum deliberativo e conta com a participação de diversos órgãos para garantir a evolução e manutenção da ePING. Os Segmentos também são formados por diversos órgãos para estudar novos padrões e manter os padrões já existentes no documento de referência.

 

Interoperabilidade é  diferente de integração?

Sim. Integração pode acontecer de muitas formas, entre as quais o compartilhamento de sistemas ou bases de dados. Neste caso, dois ou mais órgãos usariam o mesmo sistema e não precisariam trocar informações. Na interoperabilidade, os sistemas são distintos, mas por seguirem padrões, podem trocar informações entre si.

 

O que se ganha desenvolvendo um sistema já interoperável?

Pensar em interoperabilidade desde o desenvolvimento do sistema possibilita a eliminação de informações redundantes, redução de custos e simplicidade na construção de soluções, além de maior escalabilidade das mesmas.

 

Existem iniciativas do Governo Federal sobre Interoperabilidade?

Sim. As principais são a ePING, o Catálogo de Interoperabilidade, o Modelo Global de Dados (MGD), a Infraestrutura Nacional de Dados Abertos (INDA) e a Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE).

 

Quem deve seguir a ePING?

De acordo com a Portaria SLTI/MP nº 92, de 24 de dezembro de 2014, para os órgãos do governo federal – Poder Executivo – a adoção dos padrões e políticas contidos na ePING é obrigatória.

 

Quais são os SEGMENTOS da ePING?

  • Interconexão: estabelece as condições para que os órgãos de governo se interconectem, além de fixar as condições de interoperação entre o governo e a sociedade. Nesse grupo entram os padrões para aplicação, redes, transportes, entre outros.
  • Segurança: padrões para comunicação de dados, correio eletrônico, redes sem fio, entre outros.
  • Meios de Acesso: políticas e especificações para estações de trabalho, televisão digital e mobilidade.
  • Organização e Intercâmbio de Informações: aspectos relativos ao tratamento e à transferência de informações nos serviços de governo eletrônico. Inclui padrão de vocabulários controlados, taxonomias, ontologias e outros métodos de organização e recuperação de informações.
  • Áreas de Integração para Governo Eletrônico: especificações técnicas para sustentar o intercâmbio de informações em áreas transversais da atuação governamental, cuja padronização seja relevante para a interoperabilidade de serviços de Governo Eletrônico, tais como Dados e Processos, Informações Contábeis e Informações Geográficas, entre outras.