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Bernardo destaca papel do Estado no CONSAD

publicado:  07/04/2015 15h24, última modificação:  07/04/2015 15h24

Brasília, 16/3/2010 – O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, disse na solenidade de abertura do III Congresso de Gestão Pública em Brasília, que o Estado tem “que valer a pena para o cidadão que paga impostos e a discussão importante neste momento é se o Estado funciona para este cidadão.


Foto: Ilkens Souza/Divulgação.

Segundo Bernardo, o Brasil passou por um período em que o Estado esteve desorganizado e pouco preparado para atender às demandas da população. A inflação galopante não deixava espaço para ações de gestão e planejamento. Todas as ferramentas de Estado estavam voltadas para dominar a inflação e vários planos econômicos se seguiram até que o país finalmente conseguisse alcançar a estabilização econômica.

Em seguida, anos de ajuste fiscal levaram o Estado a uma “tarefa hercúlea de conseguir receitas e a administração pública investiu muito na máquina arrecadatória e fiscalizadora e se formaram “ilhas de excelência no serviço público como a receita federal. Mas do outro lado, o atendimento ao cidadão, a prestação de serviços, a execução de projetos de investimento, deixaram a desejar.

Paulo Bernardo destacou que desde 2003, o governo federal vem trabalhando para mudar este quadro ao investir na criação de novas carreiras e na profissionalização do serviço público. Foram autorizadas cerca de 173 mil vagas para concurso público, sendo cerca de 80 mil para a área de educação, segurança e atendimento à população como INSS.

 

Segundo Bernardo, é importante que os participantes do Congresso que reúne  cerca de 1.700 gestores públicos das esferas federal, estadual e municipal tenham a exata noção de que o atendimento ao cidadão deva ser a prioridade na definição das políticas de governo. Acrescentou que o Congresso é o fórum ideal para a troca de novas experiências que deram certo no sentido de oferecer melhores práticas e resultados para a população.

“Estamos avançando muito na direção da transparência dos atos da administração pública, destacou o ministro.