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Governo ajusta previsão de investimentos das estatais

publicado:  11/07/2003 10h25, última modificação:  13/07/2015 16h55

Brasília, 11/07/2003 – O Governo decidiu ajustar os números do Programa de Dispêndios Globais (PDG) por causa das variações cambiais ocorridas no semestre. De acordo com os novos dados, os investimentos do setor produtivo estatal deverão subir R$ 1,5 bi até o final do ano, crescendo de R$ 21 bi para R$ 23 bi. A meta das empresas estatais do setor financeiro, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, foi mantida em R$ 2,7 bi, o que totaliza R$ 25 bi em investimentos para todas as empresas federais.

Segundo o diretor do Departamento de Empresas Estatais do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Eduardo Scaletsky, a expectativa é de que as estatais gerem este ano R$ 188 bi em receitas operacionais, resultantes de investimentos com recursos próprios. “O crescimento esperado é de R$ 37 bi, afirma. A previsão de superávit primário das empresas estatais federais subiu de 0,55% para 0,7% do Produto Interno Bruto. A projeção corresponde a um aumento de R$ 3 bi nas estimativas do Governo para 2003, passando de R$ 8 bi para R$ 11 bi.

A previsão orçamentária, definida no PDG, foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira, 10 de julho, descriminada por empresa.