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Ministérios da Cultura e do Meio Ambiente combatem o Aedes aegypti

Os ministros da Cultura, Juca Ferreira, e do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, conversaram com servidores, distribuíram panfletos e anunciaram ações conjuntas

publicado:  29/01/2016 13h41, última modificação:  03/02/2016 15h08

Os servidores que trabalham no edifício que abriga os ministérios da Cultura e do Meio Ambiente, em Brasília, realizaram nesta sexta-feira (29) um mutirão de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. A iniciativa faz parte da Semana da Limpeza, mobilização do governo federal.

Os ministros da Cultura, Juca Ferreira, e do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, conversaram com servidores, distribuíram panfletos e anunciaram ação conjunta de ambas as pastas no combate ao mosquito. O "faxinaço" incluiu medidas como a inspeção de possíveis focos do mosquito, observação de lixeiras para que não acumulem água e manutenção de caixas e reservatórios de água lacrados e tampados.

"A ideia é que todo brasileiro seja multiplicador dessa ação. É uma guerra que deve mobilizar o País inteiro", afirmou Juca Ferreira. "Estamos em período de chuva. Esse mosquito tem a capacidade destruidora de transmitir doenças e algumas delas são mortais. É preciso uma mobilização geral do País, toda poça d'água é uma possível área de reprodução do mosquito", alertou.

Izabella Teixeira enfatizou a necessidade de haver uma ação contínua de combate ao Aedes aegypti. "A grande mensagem da faxina é mostrar que o mosquito pode estar em qualquer lugar. Ninguém está isento de ser atingido por ele. Pode acontecer na sua casa, no seu ambiente de trabalho. Temos de agir, cada um de nós, para cuidar do meio ambiente e das condições de qualidade de vida das pessoas", disse.

Na manhã desta sexta-feira, a presidenta Dilma Rousseff, em coletiva à imprensa, assegurou que não faltarão recursos para combate ao mosquito.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o zika vírus, transmitido pelo Aedes aegypti e suspeito de causar má formação fetal, está presente em 21 dos 55 países e territórios do continente americano. A previsão é que o vírus provavelmente se propague em todos os países com presença de Aedes aegypti. Segundo estimativas da OMS, o vírus pode afetar 4 milhões de pessoas nas Américas neste ano, sendo 1,5 milhão no Brasil.

Fonte: Ministério da Cultura